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domingo, 31 de agosto de 2008

Instabilidade mental incompreensível

Diga-me como pode ser produtiva a dor. O sacrifício de nossas vontades transformar-se-á em bons resultados através do esforço diário. O meu desejo é supérfluo. Daqui alguns meses, o terei esquecido, pois faz parte. E todo o sacrifício não será lembrado por esta mente que se autodenomina instável. Enquanto corro e me mato em busca do que é melhor pra mim, o pensamento faz de tudo para desviar-me deste caminho.
Dentro de alguns meses, tudo será passado e gostaria de lembrar-me da dor. Dói. Tudo dói. E só tende a piorar, mas cabe a mim transformar um sofrimento estudantil em força para esta mulher de 18 anos. Quero recordar de como foi importante sofrer para alcançar o objetivo, seja ele supérfluo ou não. Quero guardá-la para um dia agradecê-la por ter me tornado em quem hoje sou. Só assim eu darei um jeito de valorizar.

Não se preocupe. Textos difíceis devem ser incompreensíveis mesmo. Nem sei o que quero dizer aqui. Até meu nome me esqueci.

sábado, 30 de agosto de 2008

Parte II

Graças ao meu 'hermano', ficarei acordada, pois as dificuldades que terei para dormir serão ENORMES. O que ele fez? Colocou red bull no meu refri! ¬¬' Logo hoooooooooje que eu gostaria de dormir cedo e aproveitar o meu sono... aquele idiota.
Bom, como foi a semana, Lizi? Cansativa! Tive um pesadelo terrível em relação ao meu peso. Pra quê né? Caminhei no outro dia! Exercício físico foi encaixado na minha rotina diária. Ficar das 14:30 até as 20 horas estudando ENGORDA PRA CARALHO! 'Mas faz academia!' Não tenho dinheiro ¬¬ .

Uma coisa que me chamou atenção é que sempre antes de dormir... bem, eu não durmo! :)
Penso em milhares de textos dos quais adoraria escrever e divulgá-los aqui. Porém, ao acordar, esqueço de tudo! (é aí que a Liziane chora e deseja por um laptop)

Enfim, chega. Vou estudar um pouco. Que a cafeína contribua para algo bom ao menos.
Beijos.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Confissões de uma vestibulanda

A esperada sexta-feira chegou! ALELUIA!
Mas mesmo assim tenho que estudar.
Pra quem, de vez em quando, lê o blog... saibam que não estou comentando nem em fotolog, nem em blogs, nem em NADA! Quem quiser falar algo, me encontra no orkut, no MSN ou me ligue. Cara, tô morrendo de sono. Vou deitar e depois colocar tudo em dia. Afinal, amanhã não tem aula e posso ficar até tarde estudando (ai que coisa boa !!! *-*) ...ahn, eu não estou louca não, viu? Tô tão animada que fico das 14:30 até 19:30, 20 horas estudando. :D

Bom fim de semana a todos.
Beijos

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Here I go, UFRGS!

Well, darlings (estilo Paul McCartney de falar, dizer, como preferirem)... acabaram-se as minhas férias! ACABOU A MAMATA (é assim que se fala, né? :O)! Amanhã eu vou pro cursinho, vou passar a tarde estudando (esse é o plano até agora) e, quem sabe, de noite eu entre na internet. QUEM SABE! Só quero ver, vão começar a me cobrar 'Larga dessa internet e vai estudar! Tu quer entrar na UFRGS ou NÃÃÃO?'

[...]

Esse é o preço pra quem quer entrar na UFRGS, certo? E eu vou pagar, já que tô tri afim de ver meu nome no site da UFRGS como APROVADA pelo curso de ... (hahaha eu não vou dizer)! Ainda tenho que decidir...se é o que vocês querem saber!

Bom, beijos e até mais.

sábado, 16 de agosto de 2008

Tears In Heaven - Eric Clapton




Outra do 'Fundo do Baú'. Vamos a história dessa música:
Tears in Heaven é uma canção composta e executada por Eric Clapton. Composta juntamente com Will Jennings, a letra fala da morte trágica de seu filho, Conor.

No dia 20 de março de 1991, às onze horas da manhã, Conor Clapton (com quatro anos e meio de idade) morreu ao cair da janela do 53º andar de um prédio de Nova York. A empregada deixou a janela parcialmente aberta, e Conor caiu no telhado de um prédio adjacente. Ao saber da morte do garoto, ela sofreu um colapso nervoso e teve de ser sedada e hospitalizada.

A morte de Conor inspirou Clapton a compor Tears in Heaven que, segundo ele, o ajudou a aceitar a perda. Nunca foi planejada sua publicação, mas foi publicada mesmo assim. A mãe de Conor, Lori Del Santo, recusou-se a escutar a canção.

Clapton desde 2004 decidiu parar de executá-la porque é muito emocional para ser executada em público. É uma das músicas mais pessoais de Clapton, mas para surpresa dele, a música virou um hit universal. Ao contrário de seus primeiros trabalhos, essa é uma das canções mais sensíveis e comoventes de Clapton.

Há boatos que infere ao trágico acontecimento a tentativa do filho do cantor de estar vestido com a fantasia do Super-man e ter tido ilusão de conseguir voar após pular do prédio. Porém não há nada que comprove essa versão.


Eu entrei com essa música no meu debút. Depois de meu pai ter gravado tantas outras que tinha escolhido nos cds (uma música por CD), decidi por essa, na última hora. E foi simplesmente lindo!
Ai, que saudade dos meus 15 anos.
Bem, divirtam-se. :D

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

No Milk Today - Herman's Hermits



Tô bem anos 60 hoje (como sempre, né Liziane?! Õ.o), lembrei boa parte da minha infância com a ajuda dessa música! :D
Cara, nem tô podre. Amanhã tem UFRGS de tarde e eu não posso dormir durante a palestra :O
Terça - feira é o dia. ^.^
Sei que tô tooooooooooooda empolgada com o cursinho e até já sei que ainda vai ter um post assim 'Que merda de cursinho! Tô cansada!'
ashuhsausahusahsauhsauhasusahuashsa, mas vou aproveitar agora :D

boa noite, anjinhos

(L)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

*-*

Talvez o meu querido 'Samir' esteja acordando. *-*
Ai ai ai, se apaixonar antes do vestibular, não é uma coisa legal de se fazer. Vai dar merda ¬¬', tô dizendo!

Fazer o quê se tô te querendo mais que amigo? Heeeein?

beijin

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

¬¬

Você gosta de correr, mas te farei parar
Você tentará escapar, mas vou te prender
Você adora risada, mas infelizmente, te farei chorar.

You won't get rid of me never

domingo, 10 de agosto de 2008


Não espero nada de ninguém. Essa é a fórmula para não me decepcionar. :)


sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Meu Samir.

"Imaginem a cena. Aquela típica de filmes em que o cara é rejeitado.
Lá está ele, sentado num banco, perto do cais. O dia está nublado e, como de costume, está com aquela cara de poucos amigos. Então chega um cachorro (geralmente aparecem aqueles labradores com o pelo dourado, algo comum nos filmes americanos) e ambos ficam olhando o horizonte. Na verdade, o vazio. O mar cinzento não os atrai, tão pouco o navio que está partindo.

O cara solitário... vamos chamá-lo de Samir. Este, nada o retira de tal dormência, de tal indiferença. O barulho dos carros, o vendedor de pipoca gritando em busca de compradores, as crianças correndo, o mundo inteiro. Nada é capaz de acordá-lo. É como se fosse... um urso e estivesse hibernando. Nem a queda das árvores faz com que desperte. Nem a risada mais contagiante. Ele está preparado e já se acostumou a ficar meses assim.

O horizonte vazio a sua frente não o preocupa. Sabem por quê? Na próxima estação, Samir/urso sabe que acordará. Vai compensar os meses que passou dormente/dormindo. Algo fará com que desperte. Talvez não esteja mais cansado; certamente levantará faminto. O vazio desaparecerá e o filme terminará com uma bela cena, cheia de pessoas sorridentes e balões coloridos no Central Park, com direito ao letreiro 'The End'.
Senhoras e senhores, tenho prazer de apresentar lhes a verdadeira identidade de Samir: ele é o meu coração."

Eu não sei porque razão coloquei o nome de Samir. Veio na minha cabeça e ficou. Eu achei que ficaria muito feliz nessa tarde, que pularia de emoção, etc... mas foi um dia sombrio (com direito a grilos cantando o famoso 'cricricri') para o Samir. Será que o sentimento... resolveu hibernar também?

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

The Animals - House Of The Rising Sun



Eu gosto de outras bandas também! Beatles é Beatles, mas têm outras boas.

Hey Dad

Mais uma vez o dia dos pais está chegando e a Liziane aqui nunca sabe o que fazer. Só há três coisas nesse mundo que eu amo fazer: ler, dançar e escrever. Bom, eu não lerei um conto de fadas para o meu pai nem a parte esportiva porque eu sempre começo a tossir quando leio em voz alta. Dançar? Não tenho mais 9 anos para fazer uma coreografia e apresentar pra família inteira. Ainda mais pra ouvir ‘Muito linda a dança, Lizi’ quando o máximo que fiz foi dar um passo pra cá e dois pra lá (e uma reboladinha, é claro). O que me resta? A-há! Muito bem! Escrever. Vamos lá então.

Segundo o dicionário e o que nós escutamos diariamente, pai é, no popular, o cara que decidiu se divertir uma noite com a tua mãe e PIMBA, tu nasceste. Ou então, é aquele filho da puta que engravidou a tua filha e não quer assumir a paternidade. Bem, isso não é pai! Pai se resume aos ensinamentos e lições de vida que deu aos seus filhos; as oportunidades e carinho também. Pai é aquele cara que dá uma de leiloeiro minutos antes da filha sair de casa.

- Me busca as duas, pai.

- Uma hora!

- Ah, paaaaai! Quinze pra uma, então?

- Uma e meia, e tenho dito!

- Ta! (Bate com o martelo e diz ‘Vendido’)

Pai é aquele que no teu aniversário de 18 anos, vem lá do próprio quarto com um vaso de flores na mão, dançando e rebolando com a tua mãe cantando parabéns. Pai é aquele que até tem ciúmes do namorado da filha, mas manda ela aproveitar o fim de semana e sair com o namorado. É aquele que invés de dar dinheiro para os filhos comprarem roupa, sabe o gosto dos mesmos e consegue acertar ‘na bucha’ o caimento, o tamanho, etc. É aquele que compartilha a tristeza com os filhos quando o computador estraga (não sei se é pelo filho ou se é porque não pode olhar os prédios em 3D no Google Earth). É aquele que mesmo quando brabo, só quer o nosso bem.

Se eu dizer que meu pai é o melhor do mundo, seria um clichê. Todo mundo diz isso. Por isso eu não digo, eu sei. Cada um é do seu jeito, dá carinho e amor do jeito que pode, seja através daquela macarronada que ele fez especialmente pra você antes de colocar aparelho fixo, seja indo no Marinha pra te ensinares a jogar futebol, seja te levando ao Olímpico pra ver um jogo contra o Caxias, mas que no final você os jogadores titulares sentaram pertinho de ti, seja comprando um livro de 800 páginas só pra estimular a ler e a saber mais dos ídolos de ambos. Pai que é pai dá um jeito, através de suas atitudes e todo aquele amor, merecer esse status. E não há dicionário algum que consiga definir tal palavra, tal honra.

E por isso eu penso na sorte que tenho de chamar o senhor Inácio de meu pai. Esse faz jus ao adjetivo que carrega há 30 anos. Viu? Se eu tivesse lido sobre o jogo de ontem para ele ou então dançado, duvido que o faria ficar um tantinho emocionado.

Te amo, Pai ♥

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Stop!

Nesse vai e vem, prefiro que pares
Fique
Deixe o mundo parado por alguns segundos
Melhor, dias.
Que tudo PARE!

As flores pediram que eu aceitasse. Pff, como se ela mandasse!
E você disse que não.
Assim como nada aqui faz sentido para qualquer pessoa que o leia
É normal que a sua 'ordem' seja a mesma do meu coração?

domingo, 3 de agosto de 2008

P.

Belo sonho. É, eu sonhei. Viajei, me diverti, me iludi. De vez em quando é bom, dá uma renovada na esperança. Não que eu esteja esperando milagres acontecerem, mas às vezes... Eu sonhei e foi ótimo. Sorriso estampado no meu semblante na maior parte do dia.
São coisas impossíveis de acontecer. Ou será que não? Talvez ano que vem, talvez... nunca. Não me desespero, espero. Afinal, por mais real que parecesse, foi um sonho, não?

Amanhã, começa tudo de novo para todos. Para mim, só dia 19. Me importo? Não. Tenho tantas outras coisas para terminar que para mim será ótimo.
Alguém tem idéia do que posso dar de presente ao meu pai no dia dos pais?


Life is very short and there's no time for fussing and fighting,my friend

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Por que razão morreu John Lennon?

Achei essa reportagem (ontem, dia 30/07) num site de Portugal. Tô louca pra ver o filme! :D

"Estreia hoje, em Portugal, "Capítulo 27 - O assassinato de John Lennon", sobre a morte do ex-Beatles, mais de um quarto de século depois e após a libertação do assassino. Aí está a dramatização da morte do lendário músico e compositor.

A 8 de Dezembro de 1980, o Mundo foi abalado pela morte de John Lennon. Os Beatles, separados meia dúzia de anos antes, não mais se reuniriam. Mas a morte de Lennon, inelutável como a de qualquer ser humano, mesmo os que atingem a dimensão do mito, não foi natural, como seria a de George Harrison, anos mais tarde, vencido pela doença. Lennon foi assassinado, à porta de casa, por um fã psicopata. Um dos encontros mais trágicos, no mundo do espectáculo, entre as estrelas e aqueles que, por vezes, não sabem conviver com a paixão pelos seus ídolos.

Com base no livro de Jack Jones, "Let me take you down", o argumentista e realizador Jarrett Schaefer assina "Capítulo 27 - O assassinato de John Lennon", mostrando-nos como foi a vida de Mark David Chapman, nos dias que antecederam o puxar de gatilho fatídico, em frente ao apartamento nova-iorquino onde Lennon vivia com a companheira, Yoko Ono, para muitos uma das principais causadoras da separação dos "quatro de Liverpool".

O filme é, pois, mais sobre o assassino do que sobre Lennon. Mais do que um filme sobre a vida de Lennon, que não o é, trata-se de um filme sobre a sua morte e de quem a provocou. Um ensaio sobre a obsessão, sobre os tortuosos caminhos da mente, sobre o poder dos media, sobre a falta de privacidade das pessoas famosas, sobretudo daquelas que, antes da fama, querem, acima de tudo, ser pessoas.

De um ponto de vista mais místico, poder-se-ia falar de um filme sobre o destino, que cruzou aqueles dois seres naquele dia, naquele momento. Um caminho cujo cruzamento se tecia há alguns dias, com a chegada à cidade de Mark David Chapman. Fugindo de um passado de que pouco vimos a saber? Em rota de colisão com o seu ídolo? Cumprindo um desígnio mais insuspeito, forjado na sua obsessão pelo livro "Catcher in the rye", de J. D. Salinger?

A grande questão que se coloca ao filme, sobretudo ao êxito da sua "empreitada", é a de saber se os fãs de Lennon quererão saber o "porquê" da morte do seu ídolo, se é que alguma explicação racional poderia alguma vez ser dada para tão irracional acto, ou se preferem recordar a sua imagem viva e, sobretudo, o seu extraordinário legado, como compositor e intérprete, associado à esmagadora maioria das canções dos Beatles e a uma não menos genial carreira a solo, tão prematuramente interrompida.

O filme é também um projecto pessoal de Jared Leto, um actor de potencialidades, mas que tem "escapado" ao sucesso, e que aqui surge como produtor executivo, dando um empurrão para que o filme visse a luz do dia. Para entrar na personagem, o actor, irreconhecível na tela, engordou cerca de 35 quilos. Será que a personagem o merece? Imaginem todas as pessoas a viver em paz…"



Antes:


Depois:


E a REALIDADE!


Mas que ficou igual, ficou!



All we are saying is give peace a chance.